TEMPORADA DE ESPETÁCULOS

"CIEMH2 COmVIDA - Arte e Cultura em Toda Parte"
de 11 de fevereiro a 18 de março (Quintas às 20h)
Ingressos Gratuitos e Limitados
As companhias COLETIVO FLORES e CIA CHIRULICO apresentam seus principais espetáculos, premiados em grandes festivais e editais pelo Brasil, e ao fim de cada sessão os artistas envolvidos realizarão um bate papo com o público participante, abrindo um espaço dinâmico de diálogo sobre os temas e técnicas abordados nos espetáculos.
O evento conta com recurso de acessibilidade cultural através da mediação em LIBRAS, facilitando a comunicação e garantindo o acesso à informação para a pessoa surda que se comunica por meio da Língua Brasileira de Sinais.
Os espetáculos fazem parte do projeto “CIEMH2 COmVIDA – Arte e Cultura em Toda Parte” é apresentado pelo Governo Federal, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através da Lei Aldir Blanc.

feed- CAPA - FUTUCA A TUIA (2).png
feed - BATE PAPO - FUTUCA A TUIA.png
feed - CAPA - EU VIVI ESSA CENA.png
feed - BATE PAPO - EU VIVI ESSA CENA.png
feed CAPA - DENDI CASA.png
feed BATE PAPO - DENDI CASA.png
feed - CAPA - DOC FLORES.png
feed - CAPA - O ULTIMO BICHO DE PELÚCIA.
feed BATE PAPO - O ÚLTIMO BICHO DE PELÚC
11/02 - "Futuca a Tuia"
Cia Chirulico

às 20h

Ingressos: https://forms.gle/v2pt4c4wMUYvnqTm6

 

“O maior contador de causos de Goiás” assim era conhecido Geraldinho Nogueira, um autêntico contador de causos caipiras. “Futuca a Tuia” homenageia esta importante personalidade goiana e perpetua a tradição dos espetáculos de contações de causos que pertencem a memória coletiva de muitas gerações.

O espetáculo busca na moda de viola caipira e na contação de causo a narração da experiência humana. Temperamos esse momento com o bom humor e a alegria da sabedoria simples do povo do interior brasileiro. O músico Anthony Brito, com suas composições tocadas na viola caipira, se alterna com o boneco de marionete do Geraldinho, que conta os causos do espetáculo.

A Cia Chirulico é uma companhia de palhaçaria, música e teatro de bonecos criada por Anthony Brito e Aline Barbosa com residência em Macaé (RJ).  A principal pesquisa do grupo são os palhaços brasileiros, que atuam nos circos de lona, nas ruas, nas brincadeiras e folguedos populares. 

18/02 - ", eu vivi essa cena"
Coletivo Flores

às 20h

Ingressos: https://forms.gle/YaVVJhKGED2zwzTR7

 

A licença poética de escrever roteiros para suas obras coreográficas como quem faz cinema, permite ao Coletivo Flores propor um passeio coreográfico por questões sociais que permitem ampliar a cena artística para uma discussão social além das fronteiras do fazer arte.

É uma escolha trabalhar narrativas que nem sempre são lineares, mas sempre narrativas. E por essas escolhas o fazer político de discussão sobre determinadas “coisas” faz com que esta cia de dança seja um “coletivo” e não apenas um grupo de atuação em cenário artístico.

Dialogar com as pessoas, construir movimentações e fazer arte é a forma de colocar-se diante do mundo como um grupo panfletário que deseja conversar com quem os assiste e estabelecer trocas a partir de seu olhar, tornando a todos parte do Flores.

 

Em “, eu vivi essa cena” o trabalho construído a partir de relatos sobre violência psicológica e física em tempos de confinamento social causado pela pandemia do COVID-19. O duo realizado por Thiago e Dani Morethe, conta com a direção de Taís Vieira onde virtualmente trabalharam a obra pensada em coletivo desde o tema, a trilha sonora e figurino. Vale a ressalva que as vozes do áudio são de relatos pesquisados de matérias disponibilizadas no YouTube, sendo todas histórias reais.

25/02 - "Dendi Casa"
Cia Chirulico

às 20h

Ingressos: https://forms.gle/osbie8xMbHHgLcSh6

 

A Cia Chirulico é uma companhia de palhaçaria, música e teatro de bonecos criada por Anthony Brito e Aline Barbosa com residência em Macaé (RJ).  A principal pesquisa do grupo são os palhaços brasileiros, que atuam nos circos de lona, nas ruas, nas brincadeiras e folguedos populares. 

"Chirulico Dendi Casa" é uma adaptação do trabalho desenvolvido pela Cia Chirulico, para o vídeo, visando principalmente a divulgação através de redes sociais e plataformas de streaming. A companhia desenvolve sua linguagem pesquisando a Palhaçaria Clássica e a Palhaçaria Brasileira presente nas ruas, circos e folguedos populares espalhados pelo país. Mas, como transpor uma dramaturgia pensada originalmente para ser feita nas ruas, ao vivo, dependendo da interação com a plateia, para o vídeo?

A concepção cênica criada por Anthony Brito e Aline Barbosa passeia pela história do grupo, no espetáculo podemos ver tanto as cenas clássicas de circo, conhecidas como Reprises, quanto cenas originais criadas pela dupla. 

Todo processo de criação deste espetáculo se deu durante o período de isolamento social causado pela pandemia do COVID 19: roteirização, captação e edição do material audiovisual.

04/03 - "; um DOC sobre o Coletivo Flores "
Coletivo Flores

às 20h

Ingressos: https://forms.gle/BUKr39iQ6zwygrpR8

 

Tudo começa pela mulher em seu momento de dar vida a algo maior que ela possa conceber, talvez ela não tenha domínio do pós-parto, nem certeza alguma do futuro, mas o momento da criação é envolto em aventuras, lágrimas, medo, culpa, coragem e muito amor. Esse DOC poderia ser um lugar de fala de mãe, mas é apenas o olhar de coreógrafa para intérpretes criadores e as criações, ou o olhar deles, para nossa forma simples de ter conversas coreográficas.

No documentário é apresentado a trajetória do Coletivo Flores desde sua criação, a partir do intercâmbio  França x Brasil, passando por todas as formações, até os dias atuais, onde o grupo se reinventou na forma de construir a dança, em meio ao isolamento social.

11/03 - "O Último Bicho de Pelúcia"
Coletivo Flores

às 20h

Ingressos: https://forms.gle/GsN4L6sG9UbEY2wN6

 

A licença poética de escrever roteiros para suas obras coreográficas como quem faz cinema, permite ao Coletivo Flores propor um passeio coreográfico por questões sociais que permitem ampliar a cena artística para uma discussão social além das fronteiras do fazer arte.

É uma escolha trabalhar narrativas que nem sempre são lineares, mas sempre narrativas. E por essas escolhas o fazer político de discussão sobre determinadas “coisas” faz com que esta cia de dança seja um “coletivo” e não apenas um grupo de atuação em cenário artístico.

Dialogar com as pessoas, construir movimentações e fazer arte é a forma de colocar-se diante do mundo como um grupo panfletário que deseja conversar com quem os assiste e estabelecer trocas a partir de seu olhar, tornando a todos parte do Flores.

O norte de criação da obra “O Último Bicho de Pelúcia” partiu de pesquisa realizada com adultos que na infância passaram por assédio/abuso sexual.


“O último bicho de pelúcia” conta sobre adultos que precisam romper com medos e lembranças amargas que confundem as memórias de uma infância atropelada por abusos. Para alguns até parece que nada aconteceu, o trauma provoca certa confusão entre realidade e fantasia. Para outros o dia a dia provoca alarmes de sensações que não conseguem ficar no passado. Muitos, alguns, eles, ela, eu, você ninguém está muito distante da violência por qual passam muitas crianças.


Entre poesia e realidade de histórias pesquisadas, colocamos na arte um papel fundamental de discussão sobre o tema a fim de provocar e ser provocado na busca de um viver mais gentil.

feed - BATE PAPO - PENHA (frase alterada
18/03 - "PENHA: um ensaio sobre violência doméstica"
Coletivo Flores

às 20h

Ingressos:  https://forms.gle/KT8nzkKdj46A2r5X8

 

A licença poética de escrever roteiros para suas obras coreográficas como quem faz cinema, permite ao Coletivo Flores propor um passeio coreográfico por questões sociais que permitem ampliar a cena artística para uma discussão social além das fronteiras do fazer arte.

É uma escolha trabalhar narrativas que nem sempre são lineares, mas sempre narrativas. E por essas escolhas o fazer político de discussão sobre determinadas “coisas” faz com que esta cia de dança seja um “coletivo” e não apenas um grupo de atuação em cenário artístico.

Dialogar com as pessoas, construir movimentações e fazer arte é a forma de colocar-se diante do mundo como um grupo panfletário que deseja conversar com quem os assiste e estabelecer trocas a partir de seu olhar, tornando a todos parte do Flores.

 

PENHA é um espetáculo de dança, inspirado na Lei Maria da Penha, que apresenta coreograficamente a violência doméstica, na medida em que as relações de vida se revelam pelos intérpretes.

“De repente o mundo está todo parado para ela. Só para ela. Ao seu redor tudo move, tudo gira, anda, muitas danças acontecem, ela observa, mas já não acompanha o ritmo, sua trilha sonora é feita por descompassos, silêncio. Ele passa por ela, ela deseja que ele siga... em frente.

E tudo continua, ela parte de uma obra inacabada, ele um “artista agressor”.