Adultos que passaram por violência na infância é o tema do espetáculo desta semana


Em formato digital e gratuito, o CIEMH2 Núcleo Cultural iniciou o projeto em janeiro de 2021 e já chegou em 76 cidades em todo o Brasil, além de outros países como Estados Unidos, Portugal e Itália. Apresentado pelo Governo Federal, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através da Lei Aldir Blanc, o CIEMH2 COmVIDA – Arte e Cultura em Toda Parte, além de oficinas culturais nas áreas de Dança, Circo e Teatro, vem seguindo com sua Temporada de Espetáculos Gratuitos às quintas, sempre às 20h, com transmissão ao vivo pelo Google Meet.



No próximo dia 11 de março, será apresentado o premiado espetáculo do Coletivo Flores, “O Último Bicho de Pelúcia”, um trabalho coreográfico que aborda a vida de adultos que passaram por violência na infância. Após a transmissão será realizado o "Cena em debate", bate papo que abre um espaço dinâmico de diálogo sobre o trabalho e tema abordado, tendo como convidados os intérpretes criadores do Coletivo Flores Luize Helena Pessanha (Coreógrafa, Bacharel em Dança e Pedagoga) e Renato Mota (Técnico em Artes Cênicas, Arte Educador e Produtor Cultural), com mediação de Carine Passos (Cientista Social, Pesquisadora e Mestre em Sociologia Política, Diretora do CIEMH2).


Os interessados que queiram participar da sessão do espetáculo, devem apenas preencher o formulário disponibilizado no link abaixo e posteriormente receberão o link de acesso ao evento.

Ingressos Gratuitos: https://forms.gle/GsN4L6sG9UbEY2wN6


SOBRE O ESPETÁCULO

​ “O Último Bicho De Pelúcia” conta sobre adultos que precisam romper com medos e lembranças amargas que confundem as memórias de uma infância atropelada por abusos. Para alguns até parece que nada aconteceu, o trauma provoca certa confusão entre realidade e fantasia. Para outros o dia a dia provoca alarmes de sensações que não conseguem ficar no passado. Muitos, alguns, eles, ela, eu, você ninguém está muito distante da violência por qual passam muitas crianças.

Entre poesia e realidade de histórias pesquisadas, colocamos na arte um papel fundamental de discussão sobre o tema a fim de provocar e ser provocado na busca de um viver mais gentil.




SOBRE O COLETIVO FLORES


A licença poética de escrever roteiros para suas obras coreográficas como quem faz cinema, permite ao Coletivo Flores propor um passeio coreográfico por questões sociais que permitem ampliar a cena artística para uma discussão social além das fronteiras do fazer arte.

É uma escolha trabalhar narrativas que nem sempre são lineares, mas sempre narrativas. E por essas escolhas o fazer político de discussão sobre determinadas “coisas” faz com que esta cia de dança seja um “coletivo” e não apenas um grupo de atuação em cenário artístico.

Dialogar com as pessoas, construir movimentações e fazer arte é a forma de colocar-se diante do mundo como um grupo panfletário que deseja conversar com quem os assiste e estabelecer trocas a partir de seu olhar, tornando a todos parte do Flores.


Taís Vieira, coreógrafa e diretora do coletivo, escreveu sua forma de fazer coreográfico junto a extinta "Membros Cia de Dança", onde criou uma linguagem de dança experimental orientada pelas danças urbanas em contato com diferentes estéticas de movimentos naturais como correr, andar, sentar, pular...

Influenciada por cinema, capoeira, livros e linhas estéticas como o ballet clássico, jazz, sapateado e outros. Foi criando então a estrutura de suas obras através de narrativas coreográficas alicerçadas por algum tema.

Em 2009 desenvolveu um estudo das Danças Urbanas para o corpo feminino que anteriormente era muito masculinizado. A partir dessas pesquisas nasceu já circulando em cenário profissional internacional o "Coletivo Flores". Teve sua primeira formação a partir de intercâmbio entre a França e o Brasil em um trabalho proposto só com mulheres realizando turnê pela França, Brasil, Guayaquil. Em 2011 decide ampliar seu conceito de criação e torna-se uma cia mista, onde o corpo feminino ainda é objeto de estudo dentro das linhas das danças urbanas, mas este passa a ser reconhecido sem nenhuma distinção de gêneros. A partir de então circula com seus espetáculos em diferentes cenários da dança a fim de divulgar sua linguagem corporal experimental em dança.


O grupo já foi premiado e contemplado em diversos editais, circulando com seus trabalhos pela Bahia, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, passando por outros países como Equador, Argentina e França.





SERVIÇO

“O Último Bicho de Pelúcia”

Dia 11/03/2021 (quinta-feira)

Horário: 20h

Ingressos gratuitos e limitados: https://forms.gle/GsN4L6sG9UbEY2wN6

Plataforma de Acesso: Google Meet

www.ciemh2.com

(22) 99290.9439

ciemh2@gmail.com

Rua Eleosina Pereira de Queiroz Mattoso, 105, Sol y Mar

#CulturaVivaRJ

#LeiAldirBlancRJ

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© 2021 por Renato Mota

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