CIEMH2 apresenta Coletivo FLORES em "Conversas Coreográficas"

08/05/2019

A partir das ações que o CIEMH2 Núcleo Cultural há anos realiza no município de Macaé, grandes grupos artísticos profissionais foram formados o que levou o nome da instituição a todo o país e a inúmeros países da Europa e América Latina.

 

E o mês de agosto é o mês de grandes comemorações, 14 anos de fundação da instituição e 10 anos do seu principal grupo profissional de Dança: COLETIVO FLORES.

 

Nos dias 29 e 30 o Coletivo Flores leva ao Teatro Municipal de Macaé grandes espetáculos que foram aplaudidos e premiados em inúmeros editais e festivais, pois o Coletivo desenvolve um papel relevante em suas obras: discutir temas importantes através da Arte. Ao todo serão 6 sessões às 10h, 15h e 19h, com os espetáculos “O Último Bicho de Pelúcia” e “PENHA: um ensaio sobre violência doméstica”. Os ingressos custam R$10 a meia entrada, para menores de 21 anos, alunos, professores, idosos e pessoas com deficiência, e R$20 a inteira.

 

 

SOBRE O COLETIVO FLORES

O Coletivo FLORES, companhia profissional de Dança, nasceu em 2009 resultante do intercâmbio França/Brasil e utiliza da licença poética de escrever roteiros para suas obras coreográficas como quem faz cinema, propondo um passeio por questões sociais que permitem ampliar a cena artística para uma discussão social além das fronteiras do fazer arte. A partir de uma linguagem corporal e experimental, orientada pela Dança-Teatro com diferentes estéticas de movimentos, o grupo, dirigido pela diretora artística Taís Vieira, desenvolve suas obras a partir de influencias do cinema, capoeira, livros e linhas estéticas como ballet e danças urbanas. Criando assim, uma estrutura através de narrativas alicerçadas por algum tema.

 

​“Contos Coreográficos” é um projeto idealizado para apresentar diferentes temas em forma de coreografias. É uma provocação facilmente reconhecida nas obras da coreógrafa Taís Vieira. Sua marca antes relacionada como expressiva e forte por abordar temas violentos, exige hoje cada vez mais um olhar criativo e literário para um corpo investigativo, muitas vezes observado como um “corpo diário”.

 

Neste caso, pessoas que tem marcas expressivas impressas em seu viver dividem com outros, temas fortes construídos pela licença poética de fazer uma obra coreográfica provocante e reflexiva.

 

Essa licença poética de fazer dança como quem faz cinema permite ao COLETIVO FLORES propor um passeio coreográfico em forma de conto para abordar um tema, surgindo assim o espetáculo "PENHA, um ensaio sobre violência doméstica”.

 

Sendo um modelo de boas práticas para adolescentes e jovens que desejem ingressar na carreira artística, destacam-se as participações do Flores nos seguintes eventos:

 

Cidade Ocupada - Ano da França no Brasil (2009)

Hoptmum Festival Hip Hop en Seine et Marne ,Bailly Romainvilliers (França - 2010)

Les Tombes de la nuit, Rennes (França - 2010) 

Chalon dans la rue, Chalon-sur-saone (França - 2010) 

Festival de Melan, Melan (França - 2010)

Théâtre National de Chaillot, Paris (França - 2010)

Festival Clemont Ferrand, Clemont Ferrand (França - 2010) 

Festival H2O, Aulnay-sous-bois (França - 2010)

Le Merlan scene nationale, Marseille (França - 2010)

Festival de Artes Escenicas de Guayaquil / Equador (2011)

Block danses sessions Centre culturel-Houdremont, La courneuve (França - 2011)

Festival des Artes de la Rue Parades, Nanterre (França - 2011)

Fêtes de la tour blanche, Issoudun (França - 2011)

Aux Arts Citoyens, Villeneuve-sur-lot (França - 2011)

  XXIV Festival Internacional de Teatro Manta, Manta (Equador - 2011) 

Somos Cultura, Guayaquil (Equador - 2011)

XIV Fiartes-g Festival internacional artes escénicas, Guayaquill (Equador - 2011)

Territoire(s) De la Danse, Louis Aragon (França - 2011)

Festival Visões Urbanas (2011)

Prêmio Montagem Cênica com Patrocínio Petrobras (2012)

Mostra de Dança do Festival Viva Cultura de Macaé (2013)

I Seminário de Acessibilidade Cultural (2013)

Conexão Cacilda / Rio de Janeiro (2013)

X-TUDO Cultural SESI Macaé (2014)

Prêmio Klauss Vianna de Dança (2015)

TEIA Musical dos Pontos de Cultura/ Vassouras-RJ (2015)

10 Anos CIEMH2 /Macaé-RJ (2015)

DNA CARIOCA / Rio de Janeiro (2015)

Festival Papo Reto e Arte Urbana / Macaé-RJ (2016)

Festival Diagonales - Rede Ciudades que Danzan / La Plata - Argentina (2016)

Circulação "O Último Bicho de Pelúcia" / São Paulo-SP (2016)
Circulação "O Último Bicho de Pelúcia" / Rio de Janeiro-RJ (2016)

Circulação "O Último Bicho de Pelúcia" / Belo Horizonte-MG (2016)

Circulação “Cantos e Contos Coreográficos” / Jequié - BA (2016)

Circulação “Cantos e Contos Coreográficos” / Salvador - BA (2016)

Circulação “Cantos e Contos Coreográficos” / Alagados - BA (2016)

Circulação “Cantos e Contos Coreográficos” / Santos – SP (2017)

Circulação “Cantos e Contos Coreográficos” / São Paulo – SP (2017)
Circulação “Cantos e Contos Coreográficos” / Santos  / São Paulo – SP (2017)

Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças  Macaé-RJ (2018)

4ª Conferência Municipal de Cultura de Macaé – Teatro Municipal (2018)

Festival X-Tudo Firjan SESI Cultural - Macaé/RJ (2018)

Intercâmbio "A França Dança Aqui: Volero e Mwana África" - Macaé/RJ (2018)

Teatro Municipal de Macaé - PENHA: um ensaio sobre violência doméstica - (2018)

I Fórum de Enfrentamento da Violência Sexual contra Criança e Adolescente - Macaé (2019)

Detour Urban Dance Festival – Brasil | Copenhagen | Odense – Rio de Janeiro/RJ (2019)

 

 

SOBRE OS ESPETÁCULOS

“O ÚLTIMO BICHO DE PELÚCIA"
Tema: Violência Infantil

Tempo de duração: 56min

Modalidade: Dança Experimental

Classificação: 12 anos

Direção e Concepção: Taís Vieira

Coreografia: Coletivo flores

Intérpretes: Dani Morethe, Josiane Sueiros, Lorena Bittencourt, Luiz Philipe Spranger, 

Luize Helena Pessanha, Rafael de Souza, Renato Mota e Thiago Morethe.

 

O norte de criação desta obra partiu de pesquisa realizada com adultos que na infância passaram por assédio/abuso sexual.

“O último bicho de pelúcia” conta sobre adultos que precisam romper com medos e lembranças amargas que confundem as memórias de uma infância atropelada por abusos. Para alguns até parece que nada aconteceu, o trauma provoca certa confusão entre realidade e fantasia. Para outros o dia a dia provoca alarmes de sensações que não conseguem ficar no passado. Muitos, alguns, eles, ela, eu, você ninguém está muito distante da violência por qual passam muitas crianças.

Entre poesia e realidade de histórias pesquisadas, colocamos na arte um papel fundamental de discussão sobre o tema a fim de provocar e ser provocado na busca de um viver mais gentil.

 

 

“PENHA: um ensaio sobre violência doméstica”
Tema: Violência contra a Mulher

Tempo de duração: 45min

Modalidade: Dança Experimental

Direção e Concepção: Taís Vieira

Coreografia: Coletivo flores

Intérpretes: Dani Morethe, Joyce Pacheco, Lorena Bittencourt, Luiz Philipe Spranger, Luize Helena Pessanha, Rafael de Souza, Renato Mota e Thiago Morethe 

 

​Penha é um espetáculo de dança, inspirado na Lei Maria da Penha, que apresenta coreograficamente a violência doméstica, na medida em que as relações de vida se revelam pelos intérpretes.

​“De repente o mundo está todo parado para ela. Só para ela. Ao seu redor tudo move, tudo gira, anda, muitas danças acontecem, ela observa, mas já não acompanha o ritmo, sua trilha sonora é feita por descompassos, silêncio. Ele passa por ela, ela deseja que ele siga... em frente.

E tudo continua, ela parte de uma obra inacabada, ele um “artista agressor”.

 

SOBRE O CIEMH2 NÚCLEO CULTURAL

O CIEMH2 Núcleo Cultural, é uma associação sociocultural de utilidade pública, sem fins lucrativos, fundada em 2005 e sediada em Macaé/RJ, também reconhecida como Ponto de Cultura, foi criada com o objetivo de abrir espaço e facilitar a participação efetiva de crianças, adolescentes, jovens e adultos nas questões sociais da comunidade e do mundo. Concretizando-se por meio de ações socioculturais que possibilitam a construção de novos saberes, a troca de aprendizados, de informações, desenvolvendo habilidades, a busca de um trabalho, a realização profissional e/ou pessoal. Suas ações baseiam-se em:

 

• Oficinas culturais gratuitas na área de: Dança, Teatro, Canto, Graffiti, Artes Plásticas, Audiovisual, Fotografia, DJ, Iluminação, Sonorização e Produção Cultural.

• Formação de artistas e grupos profissionais;

• Qualificação para o mundo do trabalho e geração de renda;

• Fomento à gestão e produção cultural;

• Residência e intercâmbio com artistas e grupos nacionais e internacionais;

• Pesquisa em dança, cultura Hip Hop, Funk e temas afins.

 

Por meio dos trabalhos realizados pelos grupos e profissionais, a associação tem seu trabalho reconhecido no Brasil, na Europa e em alguns países da América Latina, sendo contemplados em inúmeros editais, além grandes premiações, entre as quais se destacam:

- Diploma Heloneida Studart instrumento de reconhecimento e estímulo às boas práticas culturais promovido pela Comissão de Cultura da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj).

- "Prêmio FUNARTE de Dança Klauss Vianna" - com circulação do projeto "Cantos e Contos Coreográficos" nos estados da Bahia e São Paulo.

- Patrocínio da PETROBRAS, dentro do Edital da Lei de Incentivo do ICMS/SEC com 3 edições do Projeto “Artes Integradas em Curso”

- Prêmio de Montagem Cênica com o patrocínio da Petrobras - viabilizado por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro - Governo do Rio de Janeiro e Secretaria de Estado de Cultura.

 

 

SERVIÇO:

“O Último Bicho de Pelúcia”

Data: 29/08

Horário: 10h, 15h e 19h

 

“PENHA: um ensaio sobre violência doméstica”

Data: 30/08

Horário: 10h, 15h e 19h

 

Ingressos: R$10 (meia entrada / R$20 (inteira)

Classificação: 12 anos

 

 

 

 

Share on Facebook
Share on Twitter
Please reload

Empresas Parceiras:
Apoio institucional:

© 2018 por Renato Mota

  • White Facebook Icon
  • White Instagram Icon
  • White YouTube Icon